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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O mal é o remédio

Faz um bom tempo que estou desligada da internet. Andei nos últimos tempos lidando com doenças que apareceram sem avisar, aliás, foi uma experiência que não pude evitar, mas tive que parar e cuidar da minha saúde, senão ficaria até numa cadeira de rodas ou daria entrada numa sala de cirurgia.
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Passei os últimos meses lutando para recuperar meus próprios movimentos numa clínica de fisioterapia, pois contrai uma doença no punho e no joelho chamada de Tendinite. Os tendões inflamaram, incharam, sentia dor, perdi a força muscular. Fiquei debilitada. Tive que me afastar de todas as minhas atividades na época. No inicio não sabia do que se tratava, mas conforme foi passando os meses a ficha foi caindo. Precisava MUDAR. Mas no que?Como?
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Na atitude. Na aparência. No ser. Foram três coisas que detectei durante este acontecimento, isso não seria fácil de fazer, pois quando mudamos nosso pensamento as situações, pessoas e coisas também se alteram ao nosso redor.
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A tendinite do joelho havia sido provocada pelo excesso de peso, pois eu era (não sou mais) uma mulher de 95k. Os médicos chegaram a me propor uma cirurgia do estomago, mas para isso precisaria ultrapassar mais de 100k. Não gostei nada disso. Então, DECIDI que iria emagrecer 20k.
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Comecei a fazer fisioterapia, caminhada, dieta, acupuntura, drenagem linfática, massagem redutora, modeladora, salão de beleza, psicoterapia, estudo e espiritualidade. Todas estas ações que executei durante o tratamento me ajudaram a atravessar esta situação de uma maneira que nem parecia que estava doente.
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Nos corredores e salas das clínicas o que se nota é que algumas pessoas querem ficar boas e outras não. Incrível! Mas isso existe. Receber os cuidados de um fisioterapeuta, por exemplo, equivale a uma atenção não dada pelos familiares ao idoso ou doente. Descobri lendo durante uma recaída que tive a questão da auto-sabotagem no curso básico de EFT – Emotional Freedom Techniques ou Técnicas de Libertação Emocional, ministrada pelo André Lima, terapeuta holístico, que comenta: xxxxxxxx


“É como se tivéssemos duas partes dentro nós. Uma parte deseja melhorar, e expressa esse desejo e toma atitudes nessa direção, enquanto outra parte, a qual geralmente não nos damos conta nem compreendemos, nos faz tomar atitudes opostas, seja para nos manter estagnados, seja para piorar nossa situação.”


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Só percebemos estas duas partes opostas em nós, quando paramos para refletir e a medida que vamos nos autoconhecendo também. Quando não cuidamos disso o nosso modo de pensar, agir pode desencadear numa dificuldade ou numa doença. Utilizei as técnicas ensinadas no manual para bloquear a auto-sabotagem e comecei a me curar. Quando terminei as sessões de fisioterapia e acupuntura estava reabilitada.
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Aprendi sobre muitas coisas neste tempo que vão desde os meridianos energéticos da acupuntura ao simples questionamento como: O que seria da limpeza sem a sujeira? Ou dos acertos sem os erros? Pois, com os excessos de limpeza feito em casa e a digitação desenfreada que praticava, acabaram estimulando os movimentos repetitivos que culminaram na tendinite do punho, infelizmente.
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Hoje, estou feliz com os resultados, porque não foi só uma mudança na APARÊNCIA, mas uma TRANSFORMAÇÃO de dentro pra fora, desencadeada pela tendinite. Este mal foi o meu remédio pra cura de algumas dificuldades que nem sabia que as tinha. Assim, abro mente e coração e me declaro: feliz, prospera e grata pela ajuda que recebi.
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AMO A VIDA
Bjs
Sheila Fonseca.


2 comentários:

joselito bortolotto disse...

As vezes é preciso piorar para melhorar ...

GEOLETRAS disse...

E quando fica ruim é preciso mudar, senão ficamos só no sofrimento.
bjs

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