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terça-feira, 23 de março de 2010

No meio do caminho havia uma Telemar/OI

Caros leitores,
Devido aos problemas com várias linhas telefônicas da telemar/Oi aqui no meu bairro. O blog Geoletras vai ficar por alguns dias desativado. Sem linha não tenho como acionar a internet.
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Frequentar outros espaços para continuar blogando exige tempo, outros gastos, pesquisa e no final acaba atrapalhando outras atividades que preciso estar presente no cotidiano.
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Assim que puder volto a participar com os amigos com meus votos e comentários. Posso dizer que por trás dos bastidores das minhas blogagens neste mês de março houve uma pedra chamada TELEMAR/OI.
Abraços!
Sheila Fonseca.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Para onde você olha?

Quando conversamos com alguém podemos nos sentir incomodados ou desconfiados ou à vontade. Tudo isso tem a ver com o tempo que as pessoas ficam nos olhando ou sustentando nosso olhar enquanto falam conosco.
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Incrível, mas para algumas culturas como a nossa, isso nos ajuda a estabelecer um bom entendimento com alguém, fazendo com que a outra pessoa passe a gostar da gente. Já os japoneses e alguns asiáticos consideram essa atitude do olhar prolongado, algo desrespeitoso e até agressivo. Costumam focar seu olhar na garganta de seu interlocutor. Isso também deve ser considerado. É cultural.
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Procure não ultrapassar o tempo aceitável do olhar, sinalizando discordância do que o outro está lhe dizendo. Não é uma boa ideia utilizá-lo frequentemente com seu chefe, por exemplo. Negociar com alguém de óculos escuros é algo bastante desconfortável, além de falta de educação. Evite essa atitude, porque deixa as pessoas sem saber se você está olhando ou não pra elas.
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Enfim, o olhar fala muito de nós, pode revelar tristezas, alegria, raiva, fome, sedução e tantos outros. Fique ligado nisso!
Examinar por cima dos óculos intimida qualquer um. Nada positivo.

Raiva e fome. É hora de servir a refeição.

inesperado

caçador

Abraços!

Sheila Fonseca.

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Fonte de pesquisa:

ALLAN & Barbara Pease. Desvendando os segredos da linguagem corporal. Editora sextante, Rio de Janeiro, 2005.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Tempo incerto

Sabe aqueles dias em que nada dá certo pra gente. Acontece de tudo menos o que desejamos. Dizem que ri é o melhor remédio pra essas coisas. Mas também pode ser o último adeus para alguns. De qualquer maneira se conseguimos sair dessas enrascadas é sinal de muita sorte também.
Abraços! Sheila Fonseca.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Quem nunca chorou por amor que atire o 1º lencinho...

"Eu sei de todas as suas tristezas
E alegrias
Mas você nada sabes
Nem da minha fraqueza
Nem da minha covardia
Nem sequer que eu existo
É como um filme banal
Entre o figurante e a atriz principal
Meu papel era irrelevante
Para contracenar
No final
No final
No final"
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Amor platônico- Legião Urbana

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Perceba que na letra da música do Legião Urbana esse amor é inatingível, pois o eu-lírico diz que seu amor não sabe nem que ele existe. É uma afeição sentida a distância que não toca, sem envolvimento, misturando-se até com o mundo dos sonhos e fantasias.

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Lembra daquele assunto sobre amor platônico? Que aprendemos durante as aulas de literatura?
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Esse sentimento que nunca se concretizava pela pessoa amada. Isso marcou uma das características particulares de muitas cantigas de amor. Este jeito apaixonado e saudosista do trovador (eu-lírico masculino) que suplicava a atenção da mulher amada ao mesmo tempo dizia que desde que a viu pela primeira vez, sua vida era de infelicidade.
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Do ponto de vista da psicanalista Heidi Tabacof, por nunca experimentar os limites e as frustações de uma relação concreta, o amor platônico que pode acontecer na adolescência ou até em adultos jovens revela uma certa dose de imaturidade. Já que parece com o amor infantil pelos pais, estes são vistos como pessoas perfeitas e supervalorizadas. Mas a sexualidade está suspensa nos dois casos.
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Tabacof diz que o lado positivo desse amor platônico é quando esta experiência amorosa auxilia para o autoconhecimento, estimulando a reflexão acerca das razões que impedem alguém de ter um relacionamento maduro consigo e com o outro.
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Assim, os alvos podem ser um famoso, intelectual, mestre, fotográfo, menina até mesmo você. Algo saudável , já que não se consegue fazer essa história evoluir.
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Já chorei por amor platônico na adolescência, aprendi tempos depois com Chales Chaplin uma frase assim: "Não morre quem deixou de viver, mas quem deixou de amar".
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Como amei, vivi pra contar e mostrar essa doce experiência que foi ter me encantado por eles aqui .

O Ricky (blusa amarela) foi o o meu escolhido.

Abraços!

Sheila Fonseca.

Fonte de pesquisa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor_plat%C3%B4nico

ABAURRE, Maria Luiza. Português língua e literatura. Editora Moderna, 1º ed., São Paulo, 2000.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Conheça Mangal das Garças - Belém Pa

"O homem que deixou de ser escravo da natureza, tampouco é o senhor que nela espera, deveria ser guardião". Benedito Nunes.
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É com essa frase de Benedito Nunes que o Mangal das Garças abre suas portas aos visitantes de dentro ou fora de Belém. É um espaço que reproduz os diferentes ambientes amazônicos das macro-regiões da flora paraense: as matas de várzea, as de terra firme e os campos. Isso tudo dentro do espaço urbano, o que demonstra um relacionamento consciente com a natureza.
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Pavilhão de exposições
Está localizado logo na entrada do Mangal das Garças. Lá você pode saborear um café, sorvete ou comprar plantas, artesanato, livros e CDs de artistas paraenses. Ele era um antigo galpão de ferro utilizado para reparos de embarcações. Nas fotos acima você o observa de vários ângulos.
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O Borboletário (Reserva José Márcio Ayres)

Leveza, beleza permeiam esse ambiente com a presença de vários tipos de borboletas, beija-flores e plantas. Os visitantes os identificam por meio de um manual que lhe é entregue na entrada. Na 2º, 3º e 4º fotos uma visão do interior e de algumas borboletas que vivem nesse ambiente.

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Manjar das Garças

E para quem deseja curtir esse passeio durante o horário de almoço. O manjar das garças é um ótimo restaurante para se conhecer as delícias da cozinha paraense. Mas se quiser só lanchar, basta se dirigir aos quiosques que tem por lá. Então, enjoy your meal! (Bom apetite!). E depois é só cutir o rio, vento e a vista da cidade caminhando pela ponte (última foto).
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O Museu Amazônico da Navegação

Aqui nesse espaço o visitante entra em contato com a história da Marinha Brasileira nos mais importantes acontecimentos históricos ocorridos no Pará.

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O farol de Belém

A monumental torre-mirante do Mangal das Garças, possui 47 metros de altura e dois níveis de observação.

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Viveiro dos pássaros

Viveiro das Aningas ou dos pássaros , é onde o visitante tem contato direto com uma impressionante quantidade de pássaros. Esse viveiro apresenta exemplares de fauna apreendidos pelo Ibama, como sabiás, curiós, jacuns, mutuns e guarás, somando 300 animais.

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Fonte de pesquisa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mangal_das_Garças

http://www.secult.pa.gov.br/org_mangal.asp

http://www.orm.com.br/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=48618

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O caçador de palavras

Parece pouca coisa, sem importância. Mas já vi muita gente "empacar" ou mudar o rumo da história na leitura do texto com uma palavra desconhecida. Lembra daquele livro pesadão que fica na estante? Isso mesmo é o "senhor dicionário". Ele vive de uma coisa que usamos toda hora: as palavras.
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Aí, você pergunta pra que serve um dicionário? Ele ajuda as pessoas a se entenderem. Como? O dicionário pesquisa todas as palavras, seus significados e classificação (se são verbos, substantivos, adjetivos etc.). Sem ele não saberíamos nem o que quer dizer essas palavras abaixo, por exemplo.
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Você sabe o significado de franfeluche? larápio? escrachetar? cruviana? aborrir? buré? Sim? não? Pois é...O dicionário nessas horas é um grande aliado pra todos nós.
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Há vários tipos de dicionários como de história, música, piada, ideias, idiomas de palavrão, tem um que ensina a falar a língua dos índios brasileiros e até de sonhos. Dicionário é coisa antiga, pois os gregos já usavam este livro trezentos anos antes de Cristo. Nesta vida tem remédio para tudo. Nada de ficar só esperando pelo professor de língua portuguesa.
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O Aurélio, O Houaiss, o novo Caldas Aulete, o Dicionário UNESP e o dicionário de usos (dirigido por Francisco da Silva Borba) estão mais sintonizados com o estudo da língua real. Saiba que o filólogo é o estudioso da língua. E é quem ajuda a fazer dicionários.
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Em tempo: Antes que esqueça "o caçador de palavras" é você. Portanto, mãos à obra na descoberta das palavras que foram citadas acima, leitor.
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Abraços! Sheila Fonseca.
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Fonte de pesquisa:
BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro.editora Parábola, São Paulo, 2009.
Aprenda a caçar palavras no dicionário. In: Folinha/Folha de São Paulo, de 30/03/86.

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